Quem sou eu

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Uma pessoa muito preocupada com o bem estar dos outros... O meu EU sempre fica em segundo plano. Pena que os Políticos e os eleitores em geral ainda não tem essa consciência... Tenho esperança que em futuro próximo, tudo será melhor... Temos que acreditar, sempre.

domingo, 29 de maio de 2016

Já existe um fio de esperança no horizonte

Considerando que gosto não se discute e por isso há que os gostam mais do outono e inverno. A minha preferência é sempre por primavera e verão e assim já posso dizer que estamos caminhando para o final do inverno. Vemos que tudo está destruído pelas constantes e intensas geadas e neves, mas renasce um fio de esperança. O sol brilhará com mais intensidade e seu calor reaquecerá todos os corações congelados e aflitos pelas penumbras das estações anteriores. Assim é em tudo na nossa Vida. Nós carregamos sempre em tudo o reflexo daquilo que vivemos no passado, aproveitando o melhor no presente e deslumbrando sempre um futuro melhor e mais sereno. A introdução, para dizer que não é diferente com a Vida política de um País. Entramos num ciclo em 2003, que abria uma linda primavera ao povo do nosso querido Brasil. Porém o que era repleto de esperanças, aos poucos foi se transformando em desilusão e desespero. Aqui quero abrir uns “Parênteses”, para dizer, que mesmo com muita euforia que parecia realidade no Brasil, eu jamais acreditava em nada daquilo que se divulgava. Sempre disse, sempre escrevi e sempre tive a convicção de que era tudo mascarado e mentiroso. Quantos absurdos. Chegaram até anunciar o total pagamento de nossa dívida externa e em troca ganharam mais uma eleição. Durante muitos anos, as Empresas públicas eram tratadas como sendo de propriedade privada das autoridades do poder e assim elas foram literalmente saqueadas. A corrupção era a principal pasta do Governo e através dela, se construía a perpetuação no Poder. Só isso era importante. As pessoas, o bem estar delas e os serviços básicos em favor do povo, foram sendo deixado de lado, um verdadeiro lixo. Eu sempre aprendi que “Deus escreve certo por linhas tortas”. Por pura inspiração divina que as coisas foram se clareando e um fio puxado após outro em um novelo, os escândalos foram sendo clareados um a um e com muitas “delações premiadas”, um País perverso e falido foi descoberto como real. Ainda falta muito, porém creio que estamos no caminho certo. Creio também que muitos dos que ainda posam de justos e justiceiros, em breve cairão no mesmo descrédito, porque um fio vai ser puxado e os atingirá. Isso também é positivo. Afinal está na hora de se passar o Brasil a limpo em todos os âmbitos e passando por todos os poderes, Federal até Municipal. Passando pelo Executivo, Legislativo e Judiciário. Assim sendo, sairemos do inverno e poderemos entrar na tão sonhada primavera, onde flores novamente hão de brotar e novas esperanças realizar no coração de Brasileiro. Isso acontecerá em breve? Não creio. Por tantas sangrias que houve, tenho certeza que deveremos alimentar nossas esperanças em pequenas realizações. Porém para que possamos novamente sonhar e comemorar vai demorar muitos e longos anos. Mas para podermos chegar ao paraíso, é preciso viver uma vida regrada com boas práticas e com perseverança, às vezes por uma vida inteira. Com a certeza que as próximas gerações poderão colher resultados mais promissores. Eu sempre construí minha Vida nestes princípios e confesso que nos últimos anos, já tinha perdido a esperança. Porém agora já vejo novamente um fio de esperança no horizonte. É preciso que todos nos unamos em torno de um projeto chamado Brasil e com muita honestidade e sem corrupção. Isso é possível? Com certeza é possível. Basta que acreditemos e que cada um de nós faça a sua parte. Eu procuro fazer e bem feito a minha parte. E então? Vamos nos unir? João Prim Líder Comunitário. Palhoça – SC 29/05/2016.

quarta-feira, 27 de abril de 2016

A autossuficiência das gerações na atualidade.

Definitivamente vivemos tempos bem diferentes daqueles que a minha geração viveu e muito diferentes daquilo que meus pais e avós viveram. No passado era comum uma família criar muitos filhos. Famílias enormes com muitas dificuldades, porém a casa cheia de felicidade e repleta de valores espirituais e morais. O ensino escolar ficava em segundo plano e normalmente não era prioridade dos pais. Alguns estudavam, por iniciativa própria e a maioria se virava pela vida, com a escola do mundo. Depois entrou de uma maneira geral a ideia de se ter menos filhos e dar condições de estudo até a formação em alguma Universidade. Na mesma época entrou a necessidade de pai e mãe trabalharem e muitas coisas ficaram para trás e entre elas, os valores fundamentais. Hoje, as pessoas em geral ainda acreditam em Deus, porém esse Deus é um valor distante e sem comprometimento. O meu Deus me protege e isso basta. Eu não preciso fazer nada e me sinto como o dono dos valores que fazem parte de mim. No fundo pensa-se que Deus não existe e este é o principal motivo da indiferença. E o resultado disto tudo são as pessoas cada vez mais curtindo a vida e deixando Deus de lado. O bom da vida acontece quando conseguimos manter equilibrados três valores. Valores materiais, morais e espirituais. Corremos igual maluco atrás das coisas materiais e achamos que tudo depende deles e que só eles se bastam para vivermos bem e sermos felizes. Os valores morais são esquecidos, quando damos atenção aos meios de comunicação que ensinam exatamente o contrário daquilo que outrora se aprendia e se praticava. Os valores espirituais ficam em terceiro plano e normalmente Deus é lembrado só quando aparecem grandes dificuldades e mesmo assim essa lembrança é momentânea e assim que a emergência está resolvida, volta novamente à autossuficiência. Nossa felicidade só é completa, quando sabemos equilibrar a vida nos três valores de maneira igual. Precisamos estar vigilantes e ensinar os filhos e netos desta maneira. Não se tem notícias, quando no passado em famílias numerosas, houvesse tanto “Stress e depressão” como acontece hoje. Isso não explica alguma coisa para nós hoje em dia? Particularmente, me sinto realizado por ter procurado em minha vida, este equilíbrio dos valores por igual. Jamais faltou algo em minha vida ou tempo perdido os trabalhos realizados de maneira voluntária em favor da comunidade. É uma vida vazia quando se vive de uma maneira voltada somente ao seu bem estar. Nossa vida acontece como realidade no momento da concepção e ela precisa ser conservada e preservada desde o seu início até o seu final de maneira natural. Passamos por aqui com uma missão muito linda. Fazer com que o mundo fique melhor e mais cheio de valores, só porque nós passamos por aqui. Precisamos nos ajudar e fazer tudo o que é possível pelo bem comum. Assim, quando formos chamados a fazer a passagem desta vida a vida eterna, devemos fazê-la com a firme esperança de nos encontrar com o Deus da vida. Assim nossa missão estará completa e terá valido a pena por termos nascido e termos vivido aqui. A autossuficiência de hoje faz com que se vive sem segurança e nos apavoramos em qualquer dificuldade. Sem querer e sem consciência, olhamos os mais experientes como quem está interferindo em nossa liberdade. Na verdade não é assim e a experiência está sempre disposta a ajudar e muitas vezes para ajudar, prefere até se calar. Vamos pensar nisso? João Prim Líder Comunitário Palhoça – SC 27/04/2016.

domingo, 17 de abril de 2016

Marcos vai em paz e olha por nós.

Em sete de novembro de um mil novecentos e sessenta e um, nascia em Curitiba, Marcos Antônio Fari. Viveu em Campo Alegre até os quinze anos, retornando para Curitiba onde se casou com Márcia em dezoito de setembro de um mil novecentos e oitenta e dois. Dois filhos, duas noras e três netos. Um no céu, um com sete meses de idade e um a caminho. Sua vida sempre foi voltado e engajado à Igreja Católica Apostólica Romana. Como Seminarista, grupos de jovens, Emaús, casais Encontristas e finalmente Cursilhista. “Movimento de Cursilhos de Cristandade do Brasil”. Este Movimento ligado a Igreja Católica, está presente em quase cem Países do mundo. Fundou a Pastoral da Sobriedade na Paróquia São Judas em Jaraguá do Sul e levou ao Bairro Santa Luzia, a Escola do Cursilho. Nos últimos anos a residência era neste Bairro, Santa Luzia de Jaraguá do Sul – SC. Na sua vida profissional, era Gerente Comercial e muito competente, até dezoito de dezembro de dois mil e quinze, quando se aposentou. Com alguns problemas em sua saúde, procurou tratamento e em quatro meses foi vencido. Em treze de abril de dois mil e dezesseis, Marcos fez a passagem definitiva desta Vida para Deus. O que fica para todos nós, neste breve relato de uma Vida? Muitas conclusões, podemos tirar e colocar em nossa prática diária. Nossa Vida pode ser vivida com altos e baixos, mas saber determinar e escolher o melhor em todas as situações foi sempre a escolha do Marcos. Fazia questão em dizer sempre, que com muita serenidade que se mantinha sóbrio há tantos anos. E eram quase dezenove anos, se não estou enganado. Viveu intensamente profissionalmente ao ponto de conseguir expandir a marca da Empresa para várias cidades. Junto levava sua marca de Cristão consciente e com o compromisso de levar o Evangelho aos ambientes. No vacilo quando por algum motivo deixava de seguir algum seguimento, bastava um convite e novamente estava no caminho sem vacilar e sem desistir. Eu sou prova disto. Errar é humano, porém é muito Sagrado e agrada a Deus quando sabemos reconhecer e voltar ao caminho. Jamais presenciei e participei de “Corrente de oração” com tanta intensidade como foi realizado em favor do Marcos em sua enfermidade. Agora alguém poderia dizer que tudo foi em vão, uma vez que o milagre esperado não aconteceu. Mas o nosso entendimento de milagre fica muito aquém do entendimento de Deus. Tenho plena certeza que tudo foi devidamente canalizado em favor do Marcos e após sua passagem, Ele já goza em plenitude na presença do Senhor da Vida e de lá poderá olhar por cada um de nós, que ainda peregrinamos por aqui por mais algum tempo. Afinal, para quem crê a Vida não é tirada e sim transformada. Foi marcante a presença de muitos “Cursilhistas” em seu velório e enterro. Depois de trinta e dois anos na caminhada do “Cursilho”, posso dizer que cantei o “De Colores” mais autêntico e mais intenso de minha vida, juntamente com todos que foram levar sua última homenagem à família. Cantamos, “De Colores é o arco-íris, caminho de luz”. E para alegria de todos, ao chegarmos ao cemitério vimos um belo arco-íris no céu e bem a nossa frente. Deus está presente em toda nossa Vida e nós devemos saber ver os milagres nos símbolos e belezas que o Senhor coloca a nossa disposição. A família com certeza vai realizar grandes obras pelo Reino do Senhor, baseado no exemplo e dedicação que o Marcos deixou. Nós da família do Cursilho e Cristãos, devemos colocar em nossa Vida diária, esse tempero do Senhor e assim pelo nosso testemunho, realizar e fazer cada vez maior a multidão dos anjos do Senhor. Vamos fazer isso? Vamos ser semeadores do Evangelho? Vamos levar o Evangelho aos ambientes? O Senhor da Vida quer isso de cada um de nós. Obrigado Marcos por ter tido a oportunidade de ser seu amigo. Vai em paz, com certeza o Senhor está contigo. Amém. João Prim. Conselheiro do Movimento de Cursilhos de Cristandade do Brasil. Palhoça – SC. 17/04/2016.

quinta-feira, 31 de março de 2016

Nossos valores e práticas do bem vêm do berço.

Há anos acompanhamos diariamente pela imprensa verdadeiras avalanches de denúncias sobre tudo o que acontece em nossa sociedade e o que muitos fazem de errado no sentido de levar vantagens para si, para sua família e para os seus grupos. E em consequência disto, sentimos na pele tudo desandar e muitas pessoas sofrem muito com esse desequilíbrio. Falta de saúde, falta de Educação, falta de segurança, enquanto que pagamos uma das maiores cargas em tributos do mundo. Como isso é possível? Principalmente quando se vê que em outros Países, os cidadãos recebem em benefícios à sociedade, o retorno daquilo que se paga em impostos. Porque aqui é diferente? Vê-se que não há seriedade na condução dos recursos e eles escorregam pelos dedos malvados da Corrupção. Culpa de quem desta prática no Brasil? Muitos de nós podemos dizer que é única e exclusivamente dos políticos. Mas se olharmos em mais profundidade, vemos que isso vem de todos nós e de nossas práticas diárias em todos os sentidos. Nós Brasileiros temos enraizado na veia, o chavão de que devemos levar vantagem sempre. Muitos de nós, colocamos em prática aquilo que aprendeu no berço. Acontece que nosso berço está muito frágil. Com a obrigação de o pai e a mãe ter que correr cada vez mais atrás da máquina do trabalho e pelo próprio cansaço e por acomodação, não sobra vontade e disposição para ensinar os bons valores aos filhos. Deste modo, na maioria das vezes o mundo é quem ensina e do mundo sabemos que não vem os bons valores e as boas práticas do bem. Tudo isso vem de práticas repetidas e de valores que foram ficando pelo caminho. Nada acontece de um dia para o outro. Se olharmos para o passado, vamos perceber que em tempos passados as famílias viviam mais intensamente os bons valores. Já havia Corrupção daquela época, mas em escala muito menor. O fato de não se ter tanto acesso a comunicação, também era um fator positivo e inibidor. Hoje com a comunicação quase que instantânea, faz com que se descobre imediatamente tudo aquilo que acontece. E, parece que tudo virou prática normal e ninguém se sente na obrigação de explicar nada. Estamos permanentemente envolvidos em uma grande bola de neve. Como fazer para resgatar os bons valores e costumes? Depende de todos nós. Precisamos aprender e nos convencer que nossa tarefa e missão é educar nossos filhos para o bem e para que possam ser bons cidadãos. Nenhum povo aprende e constrói uma nação, construindo prisões e sim dando muito valor a educação. Essa deve ser uma prática do berço e deve ser levado às escolas, acompanhado pelos pais com muito interesse. E os pais precisam zelar para que as escolas ensinem bons valores e não contra valores que hoje são ensinados e que muitas vezes os pais nem tomam conhecimento e/ou fazem vistas grossas. Vamos acordar? Está mais do que na hora. Vamos mudar o Brasil? Caso contrário, seremos cobrados por aquilo que não fizemos do jeito que deveríamos ter feito e então será tarde. Vamos fazer enquanto há tempo. João Prim Líder Comunitário Palhoça – SC 31/03/2016.

terça-feira, 1 de março de 2016

Campanha da Fraternidade 2016 - Casa comum, Nossa Responsabilidade.

A CNBB (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil) faz acontecer a Campanha da Fraternidade desde 1.964 e cada ano com um Tema e Lema que possam iluminar alguma situação injusta que é detectado em nossa realidade. A campanha da Fraternidade deste ano é Ecumênica e junto com a CNBB, é apoiado também pelo CONIC (Conselho Nacional de Igrejas Cristãs) Houve mais três campanhas Ecumênicas, em 2000, 2005 e 2010. Os objetivos permanentes da Campanha da Fraternidade são: Despertar o espírito comunitário e Cristão no povo de Deus, comprometendo, em particular, os Cristãos na busca do bem comum; Educar para a vida em fraternidade, a partir da justiça e do amor, exigência central do Evangelho; Renovar a consciência da responsabilidade de todos pela ação da Igreja na Evangelização, na promoção humana, em vista de uma sociedade justa e fraterna. Neste ano somos convidados a refletir sobre o seguinte Tema: Casa comum, nossa responsabilidade. Devemos nos conscientizar da necessidade de cuidarmos do mundo do mesmo jeito que cuidamos de nossa casa. Não é possível que continuemos jogando lixo em qualquer lugar e/ou sujando nossas águas. Devemos olhar com carinho e cobrar de nossas autoridades, um saneamento básico completo. Assim muitas doenças serão evitadas e todos poderão viver com mais saúde. A iluminação de Deus sobre o tema de cada campanha é sempre tirado da palavra de Deus e este vem do Profeta Amós, capítulo 5 e versículo 24, que diz o seguinte: Quero ver o direito brotar como fonte e correr a justiça qual riacho que não seca. Assim, todos são convidados a olhar com muita profundidade dentro de nosso coração e iniciar o saneamento básico em nós mesmos. Converter e se convencer que nosso coração precisa estar aberto aos anseios da Comunidade e da Sociedade. Desta maneira nossa prática vai ser no sentido de construir um mundo mais humano, mais sadio e mais puro. Se esse desejo já foi manifestado pelo Profeta Amós há tanto tempo, imagina o quanto é necessário que tenhamos ainda mais essa preocupação nos dias de hoje. A humanidade clama por Justiça e isso em âmbito mundial. Prova disto vê-se milhares de pessoas que morrem nas migrações entre Países e mesmo quando conseguem fazer o deslocamento, não há receptividade. Essa Justiça clama igualmente aqui no Brasil e muitas pessoas não conseguem o mínimo necessário, enquanto que outros desviam vultosos volumes que se perdem no ralo da corrupção. Por isso que a Campanha da Fraternidade deste ano, Ecumênica tem esse objetivo despertar em todos independentes de religião, esse desejo de se conseguir um ambiente mais sadio em nossa volta, nas famílias e no coração de cada um. Vamos ajudar? Vamos fazer nossa parte? Tudo seria melhor, se tivéssemos essa capacidade de resolver os problemas, partindo de nós mesmos. Não é verdade? João Prim. Líder Comunitário Palhoça – SC 01/03/2016.

quinta-feira, 28 de janeiro de 2016

A honestidade ladeira abaixo no Brasil.

Há anos somos diariamente surpreendidos com notícias bombas a respeito de desvios nos mais diversos órgãos públicos e nas mais diversas instâncias do Brasil. Parece normal e as pessoas já não mais tem a capacidade de se indignar com nada, afinal de contas tudo já é normal. Em qualquer outro País do mundo, com menos e muito menos, já todos os envolvidos, teriam pedido para sair dos cargos e pedido desculpas ao povo. Aqui, quanto mais denunciado e quanto mais envolvido, mas o corrupto sobe na Vida e sua melhor recompensa é ser um político bem sucedido. Quantos já estão presos e pagando pena entre os que se envolveram e que já foram condenados nos últimos treze anos? Quantos são os que estão sendo investigados e que em breve estarão presos igualmente? Por outro lado, quantos daqueles que já foram condenados e em vez de estarem pagando suas penas, já estão soltos, porque indultos neste sentido foram assinados? E assim é que andam os rumos aqui no Brasil, onde não temos autoridades que façam valer de verdade sua autoridade. Tudo jogado as traças e tudo abandonado. Nada daquilo que acontece ou deixa de acontecer, recebe atenção daqueles que legalmente respondem ou deveriam responder. Vivemos um País sem Lei e sem ordem. Vivemos um tempo em que tudo é permitido e quanto maior o absurdo, mais o silêncio imperam, por parte das nossas autoridades. Ser honesto virou motivo de chacota e as pessoas já sentem vergonha em afirmar que são honestas. Diz um ditado popular que uma mentira repetida muitas vezes, torna-se uma verdade aos ouvidos daqueles que ouvem isso repetidas vezes. Essa é a prática preferida em nosso País e vemos essa prática em todos os âmbitos. Federal, Estadual e Municipal. Ninguém se salva e não há solução em curto prazo, se as coisas continuarem do jeito que estão. O Brasil precisa urgente de uma grande faxina. E o começo precisa ser feito com a demissão de milhares de pessoas que estão encostadas em cargos de confiança e que na maioria das vezes nem aparecem para trabalhar. Na maioria das vezes essas pessoas nem saberiam dizer qual a sua verdadeira tarefa a ser realizada. Não adianta aumentar Impostos, nenhum valor em percentual chegaria para resolver e fechar o grande buraco que foi criado. Enxugar drasticamente os gastos fixos em todos os Governos em todos os âmbitos. Federal, Estadual e Municipal. Sem contar que o mesmo ainda precisa acontecer no Legislativo e no Judiciário. Assim fazendo, a máquina ficará enxuta e sobrarão muitos recursos para executar muitas e necessárias obras em todo o Brasil. Sem essa medida, nada mudará e cada vez mais afundará na corrupção e a honestidade vai afundando. A credibilidade é o melhor valor que podemos cultivar e ela precisa ser conquistada com muito respeito e dedicação. Esqueceu-se de praticar esses valores por aqui há muitos anos e o resultado está aí muito cristalino. Uma pena. Uma vergonha. Só o eleitor poderá dar o início desta mudança nas eleições de 2016. João Prim Líder Comunitário Palhoça – SC 27/01/2016.

quinta-feira, 21 de janeiro de 2016

Estamos no mato e o cachorro já morreu.

Depois de ver e assistir, durante anos diariamente muitos escândalos de desvios de dinheiro suado pago pelos impostos, confesso que estou cada vez mais desiludido em relação a tudo isso. Tudo aquilo que sonhei e procurei realizar durante uma Vida inteira, no sentido de deixar um País melhor aos filhos e netos, está cada vez mais sendo afundado no buraco da corrupção. Tenho coragem para afirmar e com total certeza que estou certo, que não sabemos ainda dez por cento de tudo que foi roubado nestes últimos Governos do Brasil em todos os âmbitos. Federal, Estadual e Municipal. Nisso tudo, podemos incluir também a nossa Justiça, que também já foi arrastada ao mesmo valo de lama, salvo alguns heróis que se salvam no meio do mar de lama. O mesmo pode-se dizer em relação alguns políticos. Embora que aqueles que parecem honestos, mas que se calam no exercício de um mandato, já se perdem e não são diferentes daqueles que tem as mãos sujas. São sujos iguais, pela inoperância e falta de empenho. O pior de tudo isso é o conformismo. Não há mais quem exija seus direitos, isso se falando em relação às pessoas em geral. E por parte dos legitimamente empossados em cargos públicos, sabendo desta indiferença das pessoas, já não se sentem mais na obrigação em dar explicações e respostas às pessoas, na certeza que tudo cairá no esquecimento. Assim, o título deste artigo é uma grande verdade. Como fazer? O que fazer? Aqui com certeza me tornarei repetitivo em falar o que já venho orientando há anos. A solução está no voto consciente. Só quando o eleitor deixar de pedir favores pessoais em troca de seu voto, é que mudará em longo prazo tudo isso. Um bom começo, já para este ano em que elegeremos novos Prefeitos e Vereadores, é jamais votar em quem está querendo se reeleger ao mesmo cargo. Temos que renovar na totalidade todas as Câmaras de Vereadores e assim vai criando uma consciência de respeito. E fazer com que as próximas eleições aos outros cargos em âmbito Nacional, haja mais confiança e os próprios Deputados, Senadores e todos do executivo. Possam assim se comportar mais acordados, e se empenharão de uma maneira mais respeitosa. Precisamos demais disso. O Brasil está afundando e quem mais sofre com tudo isso, são exatamente os mais fracos. Estes perdem seus empregos e não há quem os defende de verdade. Tudo aquilo que esse Governo corrupto prometeu nos últimos anos, foi tudo demagogia. Jamais deveriam ter acontecido tantas reeleições consecutivas. Isso é muito mal à democracia e muito mal a estabilidade de um País. Precisamos praticar a alternância do Poder. E como último lembrete, não votar em nenhum partido que dá apoio a este Desgoverno que está aí. Votando neles, só estaremos dizendo que está tudo bem e que estamos concordando com tudo que está aí. Vamos acordar? Vamos votar mais conscientes? Vamos mandar os acomodados para casa? Eu estou dentro para fazer diferente. Vamos tentar? João Prim Líder Comunitário. Palhoça – SC 21/01/2016.

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