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Uma pessoa muito preocupada com o bem estar dos outros... O meu EU sempre fica em segundo plano. Pena que os Políticos e os eleitores em geral ainda não tem essa consciência... Tenho esperança que em futuro próximo, tudo será melhor... Temos que acreditar, sempre.

quinta-feira, 28 de janeiro de 2016

A honestidade ladeira abaixo no Brasil.

Há anos somos diariamente surpreendidos com notícias bombas a respeito de desvios nos mais diversos órgãos públicos e nas mais diversas instâncias do Brasil. Parece normal e as pessoas já não mais tem a capacidade de se indignar com nada, afinal de contas tudo já é normal. Em qualquer outro País do mundo, com menos e muito menos, já todos os envolvidos, teriam pedido para sair dos cargos e pedido desculpas ao povo. Aqui, quanto mais denunciado e quanto mais envolvido, mas o corrupto sobe na Vida e sua melhor recompensa é ser um político bem sucedido. Quantos já estão presos e pagando pena entre os que se envolveram e que já foram condenados nos últimos treze anos? Quantos são os que estão sendo investigados e que em breve estarão presos igualmente? Por outro lado, quantos daqueles que já foram condenados e em vez de estarem pagando suas penas, já estão soltos, porque indultos neste sentido foram assinados? E assim é que andam os rumos aqui no Brasil, onde não temos autoridades que façam valer de verdade sua autoridade. Tudo jogado as traças e tudo abandonado. Nada daquilo que acontece ou deixa de acontecer, recebe atenção daqueles que legalmente respondem ou deveriam responder. Vivemos um País sem Lei e sem ordem. Vivemos um tempo em que tudo é permitido e quanto maior o absurdo, mais o silêncio imperam, por parte das nossas autoridades. Ser honesto virou motivo de chacota e as pessoas já sentem vergonha em afirmar que são honestas. Diz um ditado popular que uma mentira repetida muitas vezes, torna-se uma verdade aos ouvidos daqueles que ouvem isso repetidas vezes. Essa é a prática preferida em nosso País e vemos essa prática em todos os âmbitos. Federal, Estadual e Municipal. Ninguém se salva e não há solução em curto prazo, se as coisas continuarem do jeito que estão. O Brasil precisa urgente de uma grande faxina. E o começo precisa ser feito com a demissão de milhares de pessoas que estão encostadas em cargos de confiança e que na maioria das vezes nem aparecem para trabalhar. Na maioria das vezes essas pessoas nem saberiam dizer qual a sua verdadeira tarefa a ser realizada. Não adianta aumentar Impostos, nenhum valor em percentual chegaria para resolver e fechar o grande buraco que foi criado. Enxugar drasticamente os gastos fixos em todos os Governos em todos os âmbitos. Federal, Estadual e Municipal. Sem contar que o mesmo ainda precisa acontecer no Legislativo e no Judiciário. Assim fazendo, a máquina ficará enxuta e sobrarão muitos recursos para executar muitas e necessárias obras em todo o Brasil. Sem essa medida, nada mudará e cada vez mais afundará na corrupção e a honestidade vai afundando. A credibilidade é o melhor valor que podemos cultivar e ela precisa ser conquistada com muito respeito e dedicação. Esqueceu-se de praticar esses valores por aqui há muitos anos e o resultado está aí muito cristalino. Uma pena. Uma vergonha. Só o eleitor poderá dar o início desta mudança nas eleições de 2016. João Prim Líder Comunitário Palhoça – SC 27/01/2016.

quinta-feira, 21 de janeiro de 2016

Estamos no mato e o cachorro já morreu.

Depois de ver e assistir, durante anos diariamente muitos escândalos de desvios de dinheiro suado pago pelos impostos, confesso que estou cada vez mais desiludido em relação a tudo isso. Tudo aquilo que sonhei e procurei realizar durante uma Vida inteira, no sentido de deixar um País melhor aos filhos e netos, está cada vez mais sendo afundado no buraco da corrupção. Tenho coragem para afirmar e com total certeza que estou certo, que não sabemos ainda dez por cento de tudo que foi roubado nestes últimos Governos do Brasil em todos os âmbitos. Federal, Estadual e Municipal. Nisso tudo, podemos incluir também a nossa Justiça, que também já foi arrastada ao mesmo valo de lama, salvo alguns heróis que se salvam no meio do mar de lama. O mesmo pode-se dizer em relação alguns políticos. Embora que aqueles que parecem honestos, mas que se calam no exercício de um mandato, já se perdem e não são diferentes daqueles que tem as mãos sujas. São sujos iguais, pela inoperância e falta de empenho. O pior de tudo isso é o conformismo. Não há mais quem exija seus direitos, isso se falando em relação às pessoas em geral. E por parte dos legitimamente empossados em cargos públicos, sabendo desta indiferença das pessoas, já não se sentem mais na obrigação em dar explicações e respostas às pessoas, na certeza que tudo cairá no esquecimento. Assim, o título deste artigo é uma grande verdade. Como fazer? O que fazer? Aqui com certeza me tornarei repetitivo em falar o que já venho orientando há anos. A solução está no voto consciente. Só quando o eleitor deixar de pedir favores pessoais em troca de seu voto, é que mudará em longo prazo tudo isso. Um bom começo, já para este ano em que elegeremos novos Prefeitos e Vereadores, é jamais votar em quem está querendo se reeleger ao mesmo cargo. Temos que renovar na totalidade todas as Câmaras de Vereadores e assim vai criando uma consciência de respeito. E fazer com que as próximas eleições aos outros cargos em âmbito Nacional, haja mais confiança e os próprios Deputados, Senadores e todos do executivo. Possam assim se comportar mais acordados, e se empenharão de uma maneira mais respeitosa. Precisamos demais disso. O Brasil está afundando e quem mais sofre com tudo isso, são exatamente os mais fracos. Estes perdem seus empregos e não há quem os defende de verdade. Tudo aquilo que esse Governo corrupto prometeu nos últimos anos, foi tudo demagogia. Jamais deveriam ter acontecido tantas reeleições consecutivas. Isso é muito mal à democracia e muito mal a estabilidade de um País. Precisamos praticar a alternância do Poder. E como último lembrete, não votar em nenhum partido que dá apoio a este Desgoverno que está aí. Votando neles, só estaremos dizendo que está tudo bem e que estamos concordando com tudo que está aí. Vamos acordar? Vamos votar mais conscientes? Vamos mandar os acomodados para casa? Eu estou dentro para fazer diferente. Vamos tentar? João Prim Líder Comunitário. Palhoça – SC 21/01/2016.

quarta-feira, 4 de novembro de 2015

Palhoça, cidade que cresceu sem planejamento.

Nasci em Águas Mornas, quando aquela região, incluindo Santo Amaro da Imperatriz ainda pertenciam ao Município de Palhoça. Quando menino, a Professora Maria de Lourdes Coelho, moradora do Passa Vinte/Terra Fraca, foi dar aulas na escola Reunidas de Santa Isabel e ela ficou hospedada na casa de meus pais, Norberto e Maria Brick Prim. Nos finais de semana ela vinha visitar os pais e regularmente trazia alguém da nossa família para lhe fazer companhia, uma vez que precisava caminhar a pé do centro de Palhoça até na casa dos pais e eram vários quilômetros. Acompanhei algumas vezes os irmãos da Professora ao Centro de Palhoça e recebia orientação deles de como deveria me comportar na cidade, uma vez que poderia ser perigoso. Mais tarde, meu titio Padre Osvaldo Prim, assumiu como Pároco na Matriz Bom Jesus de Nazaré e assim mais vezes tínhamos oportunidade de vir na Palhoça. Eu deveria ter meu 16 ou 17 anos, quando meu irmão, Maurino Prim, veio morar com o Padre Osvaldo, para estudar e quando eu tinha 20 anos e já trabalhando aqui em Florianópolis, passava os finais de semana na casa do meu irmão, Antônio Prim aqui no Aririú. Em 1.976, a convite da Empresa em que trabalhava, fui trabalhar em Blumenau, permanecendo por quase cinco anos e em seguida fui trabalhar pela mesma Empresa em Jaraguá do Sul, onde permaneci por 35 anos. Agora de volta em palhoça há quase dois anos, vejo como nossa cidade parou no tempo e no espaço. Não conheço muito de Palhoça, mas poucas vezes vi cidades com tantas dificuldades nas ruas e no tráfego. As ruas são muito estreitas e quase sempre não há ligação entre elas e sem contar que não há conservação. Nem quero falar aqui do Loteamento Schutz, onde é minha morada. Pois aqui falta tudo e mais um pouco. Até parece que aqui não se paga impostos e não é isso que eu sinto em minhas contas mensalmente. Hoje cedo, para me deslocar ao Centro de Palhoça pela rua geral, demorou quase uma hora, para rodar não mais do que seis quilômetros. Uma verdadeira vergonha. Muitos carros? Concordo. Mas poderia alguém da Prefeitura pensar o tráfego de uma maneira mais ágil, diminuindo os muitos sinaleiros. Será que nunca ninguém pensou que seria bem melhor com rótulas nos cruzamentos, no lugar dos sinaleiros? No Centro de Palhoça, para quem não conhece bem as saídas e entradas, fica fazendo voltas e voltas sem chegar ao lugar desejado. Não há sinalização que indique para onde ir. As dificuldades estão em todos os bairros de Palhoça e mostra claramente que nos últimos 50 anos, o planejamento não passou por aqui. Isso já deveria ter mudado. Precisamos abrir bem os olhos e ver quem será escolhido no próximo ano para administrar este Município, que, aliás, já é grande e tem arrecadação para dar um melhor retorno aos munícipes. Basta enxugar a máquina e planejar melhor os recursos. Está na hora que se acorde e faça algo para que possamos ter maior conforto e maior agilidade nos deslocamentos internos. Não quero entrar nas dificuldades da BR 101, pois esse já é outro problema e outra vergonha. Mas esse assunto é culpa dos que arrecadam o pedágio e não cumpriram com o tratado e quem deveria cobrar a execução, não o fez. Por quê? Vai saber? Quem sabe no futuro vamos saber, quando todos forem honestos e deixarem de ser esperto-malandros. Pena que é assim. João Prim Conselheiro do Movimento de Cursilhos de Cristandade do Brasil Regional Sul 4. 04/11/2015.

segunda-feira, 10 de agosto de 2015

Vivendo, caminhando, descobrindo e aprendendo.

Na minha infância não era proibido por Lei de uma criança trabalhar com os pais em afazeres domésticos ou na lavoura. Eu e meus irmãos, estudávamos na parte da manhã e de tarde já acompanhávamos o pai e a mãe, juntamente com os outros irmãos à roça. Os irmãos com menos de oito anos de idade, tinham a liberdade de ajudar nos trabalhos ou brincar e acima desta idade, já precisava ajudar em algum serviço. Com certeza isso não fez mal e naquela época as pessoas eram formadas com mais responsabilidade e com mais vontade em construir algo de bom à família e para o seu futuro. Trabalhei muito até meus vinte anos, plantando cana, mandioca e fazendo melado, açúcar mascavo, cachaça, farinha e polvilho azedo. O resultado disto era muita saúde para todos, pois os alimentos vinham destes produtos e todos naturais e não sabíamos nada sobre defensivos agrícolas. Aos vinte anos, deixei a lida da lavoura e fui tentar a vida na cidade e trabalhei muito até meus cinquenta e seis anos, quando me aposentei. Sempre cultivei uma pequena horta em minha casa e aprendi com a vida, no caminho a desenvolver de maneira diferente e mais moderna a cultivar as minhas plantinhas. Sempre tinha a vontade todos os temperos, as hortaliças, frutas e plantando alguns pés de aipim a cada ano. Muitos amigos podem comprovar o pé de mamão em Jaraguá do Sul, com mais de uma centena de mamões e os pés de aipim com pelo menos quinze quilos em cada pé. Agora aqui em Palhoça e bem mais tranquilo para poder dedicar tempo à horta e ao pomar, tenho colhido verdadeiros milagres. Num espaço reduzido com muitos pés de frutas. Nonas (Fruta do conde) limão galego, laranja lima, laranja açúcar, jabuticaba, ingá, acerola, tangerina comum e tangerina pokan. Dois canteiros próprios ao cultivo de temperos e hortaliças e entre os pés de frutas, cultivo alguns pés de abacaxis, alguns pés de melancia e alguns pés de aipim. Quero explicar o que descobri no cultivo do aipim e de como plantar para poder colher mais em cada pé plantado. Desde pequeno, aprendi que tinha que plantar muitos pés de aipim e não se colhia muito aipim, por dois motivos. Os pés eram plantados muito próximos um do outro e a terra era muito fraca. O resultado na colheita era ter que arrancar mais de vinte pés para poder encher um balaio. Eu também me convenci que a maneira correta de se plantar a rama, não é enterrando-a e sim a fincando em pé na cova. O crescimento é mais rápido e o resultado é superior. Preparo cada cova com muito adubo orgânico de perú, serragem (assim a terra fica mais fofa) (Não pode ser serragem de pinus) e a distância de cada pé, precisam ser pelo menos de um metro e meio. A terra não pode ser muito úmida, pois o aipim gosta de terra bem adubada e mais seca. Desta forma tenho colhido pés com quinze quilos de aipim. É muito bom cultivar sua própria horta e isso faz uma grande diferença e uma grande economia no Supermercado. Sem contar que os vizinhos mais próximos agradecem, porque as sobras sempre poderão ser repartidas. Fica a ideia. Vamos aproveitar e viver com mais criatividade? E a saúde, agradece. João Prim Conselheiro do Movimento de Cursilhos de Cristandade do Brasil - GER SUL 4. Palhoça – SC 10/08/2015.

sábado, 8 de agosto de 2015

Brasil, apesar do buraco… Eu ainda acredito.

Simplesmente partindo do princípio de que o voto dá “Legitimidade”, como afirmou nossa Presidente no dia de ontem. Se essa afirmação é verdadeira, ela também mostra que todo mandato é do povo e deverá ser exercido para o povo e este mesmo povo pode e deve tirar quem não faz por merecer. O que está acontecendo no Brasil é muito sério e os políticos que não estão fazendo o seu verdadeiro papel no sentido de resolver o problema. Veja, toda a sociedade está sendo penalizada com constantes aumentos em todas as áreas e com muitas pessoas perdendo seus empregos, enquanto que o governo não corta nada em volta de si e dos milhares de cargos de confiança. O Brasil poderia funcionar melhor com quinze Ministérios e assim cada cidadão teria novamente condições em saber quem são os Ministros, poder respeitá-los e acompanhar o seu trabalho. Do jeito que está hoje, ninguém sabe dizer mais do que cinco Ministros e duvido que a própria Presidente, tenha condições em repetir o nome dos seus apadrinhados. Depois de tantos escândalos denunciados e comprovados, com muitos presos e com verdadeiras fortunas jogadas no lixo da vaidade de quem não merece nossa confiança, vemos que outras áreas essenciais da sociedade não recebem o mínimo necessário da atenção. E assim não temos segurança, saúde, educação e rodovias. Nós estamos já acostumados às filas em todos os lugares. Novos escândalos deverão surgir e tão grandes ou maiores do que os anteriores. Já não temos mais a capacidade da indignação e vamos levando pacíficos, porém desanimados. Dentro dessa triste realidade em que o Brasil se encontra e com índices jamais vistos em desaprovação de um governo, ainda há pessoas que conseguem ver saídas, desde que seja fechado o Congresso, chamando isso de democracia e de legitimidade. Não é de hoje que o atual Governo sonha com a ditadura e prova disto são seus grandes amigos desta prática em muitos Países na América Latina. O buraco é muito profundo e a tendência é de que fique mais profundo ainda. O que precisa acontecer é o eleitor cidadão, acompanhar mais as coisas da política e deixar de lado a consciência de que não se devem discutir essas coisas. Por causa desta ideia é que estamos na situação atual, pois são exatamente aqueles que falam e pensam assim, são os que elegem os mais corruptos por aqui. Com tantos desânimos e tantas pessoas inocentes pagando com fome os desmandos daqueles que deveriam pensar nosso progresso com mais seriedade e responsabilidade, eu ainda acredito que possamos viver dias melhores. Para que isso possa ser realidade, é preciso que passemos o Brasil a limpo e que todos os corruptos sejam presos e que paguem pelos seus erros. Essa justiça precisa acontecer com todos os corruptos e independentes de partido político. Não é possível que continuemos desta maneira, onde uma minoria se julga proprietário do País e que possa decidir as coisas em seu favor em detrimento da grande maioria. Vamos mudar isso? Depende de nós e apesar de tudo, ainda acredito. Jamais podemos perder a esperança, pois é dela que depende nosso futuro e o futuro depende mim. Não são os outros que constroem nossa felicidade, somos nós mesmos com nossa esperança e nossas atitudes. Vamos pensar nisso? João Prim Conselheiro do Movimento de Cursilhos de Cristandade do Brasil – Regional Sul 4. Palhoça – SC 08/08/2015.

sexta-feira, 7 de agosto de 2015

O caminho de volta às origens

Embora que já tivesse viajado à Europa em 1.997 e em 2011, essa viagem de 2015 foi para realizar um grande sonho de volta às origens. Sim, porque em 1.829, embarcaram da Alemanha ao Brasil, João Prim e Bárbara Steinbach, casados e com dois filhos, Nicolau e Pedro Prim, ainda meninos. Desembarcaram aqui em Florianópolis, na época chamada Desterro e depois foram encaminhados para São Pedro de Alcântara, primeira Colônia Alemã no Brasil. Desde então, eles e seus descendentes, jamais retornaram à terra natal e agora seis gerações depois, por uma grande sorte e coincidência, conseguimos achar o fio desta linha e que agora está sendo remendada com muita alegria e nostalgia. Em novembro/2014, estiveram aqui no Brasil em sua primeira visita, Rudolf e Hedwig Prim, que conheceram os muitos descendentes desta família no Brasil e sua maioria aqui em Santa Catarina. Durante quinze dias ficaram encantados com os muitos parentes que conheceram. Agora em 2015, eu e a Solange em nova viagem à Europa e desta vez para ficarmos na casa de Rudolf e Hedwig. Foi muito gratificante e vivemos um verdadeiro sonho e tivemos a oportunidade de conhecer muitos dos parentes que vivem na Alemanha e na mesma região de onde saíram João e Bárbara. Foram quinze dias de muitos passeios com os amigos, Pedro e Dóris Kunz, pois foi por meio deles que tivemos a alegria de achar o caminho perdido e com Rudolf e Hedwig. Vários jantares com os parentes e todos com muita alegria e sempre acompanhado com um bom vinho alemão, vindo das uvas colhidos na beira dos rios Mosel, Saar e Ruwer. Os vinhos da Alemanha são muito superiores aos nossos. O padre Edivin Prim é um espetáculo a parte e suas estórias são muito hilárias. Mostra que é um “Prim”. Considerando que somos da sexta geração no Brasil e consequentemente na sexta geração na Alemanha, isso quer dizer que estamos separados e distantes por doze gerações e poderíamos perguntar e ainda há parentesco? Para quem viu as fotos divulgadas, não há a Manor dúvida com muita semelhança entre os Prim de lá com os de cá. Exemplos concretos, somos eu e o Padre Edivin e ele mesmo fala que eu ganho na barba, mas que ele ganha na barriga. Somos bem parecidos e a Prefeita de Farchweiler, quando me viu em 2011, disse: Já não há dúvidas do parentesco, pois você é igual ao Padre Edivin. O nosso netinho Cesar é incrivelmente parecido com o netinho do Rudolf, chamado Leo e outro primo do Rudolf é muito parecido com o nosso finado, Frei José Luiz Prim. No dia 06 de julho, participamos de uma “PrimFest” da Alemanha, organizada pelo Rudolf e Hedwig. Estiveram presentes em torno de 30 pessoas e em clima de festa com muita harmonia de amizade e irmandade. Eu sempre sonhei com isso e sempre achei ser injusto não ter essa ligação refeita e agora ela está concretizada. Assim como era preciso resgatar a memória de todos os “Prim” no Brasil, desde João e Bárbara. Neste sentido já estaremos realizando em 2016, em Curitiba a X Primfest, graças ao grande espírito de família do saudoso Frei José Luiz Prim, que juntamente comigo, fomos os pioneiros. Méritos? Jamais, apenas o sentimento gostoso do dever cumprido e com a firme esperança que as futuras gerações, possam continuar cultivando esses valores e com a mesma convivência. João Prim Conselheiro do Movimento de Cursilhos de Cristandade do Brasil – GER Sul 4. Palhoça – SC 07/08/2015.

quinta-feira, 21 de maio de 2015

Os três Poderes do Brasil...

Aparentemente, vivemos num regime Democrático no Brasil, depois do regime Militar que foi marcado pelas torturas e desaparecimentos sem explicações de muitas pessoas que eram oposição ao regime. No regime Democrático, o Poder é exercido do povo para o povo. Ou seja, é eleito alguém do povo para representar o povo durante um mandato eletivo e que atualmente é de quatro anos. Todas as riquezas do País pertencem ao povo e os representantes tem o dever de administrar e cuidar pelo bom zelo destas riquezas. Os colaboradores públicos, escolhidos por concursos e/ou nomeados são servidores do povo e deveriam agir com total respeito e dedicação aos interesses públicos. Pena que essa não é a realidade daquilo que acontece no Brasil e cada vez menos, nós temos qualquer participação na seriedade das coisas públicas. Primeiro, porque nossos eleitores, não elegem os representantes de maneira desinteressada e sim cobram benfeitorias em troca de apoio. A famosa troca X troca dos últimos três meses antes da eleição. Assim os eleitos não tem nenhum compromisso de seriedade com a população e por isso agem como se fossem donos do mandato. Já faz muito tempo que os três poderes no Brasil, já não são mais independentes e esse é o grande motivo de quase todos os problemas que temos hoje. O poder executivo por ser o arrecadador de nossos Impostos, impõe chantagens aos outros poderes e estes acabam cedendo. Essa prática vê-se claramente em todos os Municípios do Brasil, desde os menores aos maiores. Sempre quando um prefeito é eleito e se das urnas ficou definido que terá minoria no Legislativo, até a tomada de posse, faz negociações no sentido de garantir maioria a seu favor. Normalmente isso acontece e a partir de então, o Vereador deixa de ser alguém que legisla e fiscaliza o Prefeito. O mesmo acontece em todos os Estados do Brasil. O Governador constrói sua base de apoio até garantir maioria e a partir de então, muito pouco é feito em benefício da população. Assim temos visto cada vez mais as máquinas administrativas inchadas e cada vez um buraco maior a ser preenchido com mais impostos. No Governo Federal não é diferente e por isso que assistimos diariamente um novo escândalo e que quase sempre não há punição. A mesma análise pode-se fazer do Poder Judiciário. Em todas as instâncias, desde os Municípios, passando pelos estados e até o STF (Supremo Tribunal Federal), acontece a mesma coisa. É justo, um Juiz do STF, ser indicado pelo Presidente da República? Este é o ponto chave em que deixa claro que o indicado, não terá total independência em suas ações futuras. Não é verdade? Diante de tudo isto, mesmo que aparentemente, estejamos em regime Democrático, na prática isso não acontece. Estamos entregues em todos os âmbitos, às decisões e definições dos Poderes executivos. E este é o grande mal e o grande motivo de tanta corrupção em todos os lugares. Não há quem fiscalize em favor do povo. Como resolver isso? É um sonho e do jeito que as coisas andam, vai demorar muito para que possamos mudar tudo isso. Precisamos começar pela conscientização do eleitor e este precisa aprender a votar, sem pedir algo em troca pelo voto. E este mesmo eleitor, precisa aprender a cobrar de seus eleitos, o dever que ele tem com a sociedade pelo mandato que recebeu. Enquanto isso não acontece, vamos continuar sofrendo e precisando pagar cada vez mais Impostos para poder cobrir a bola de neve que nossos eleitos criam em nosso nome. É uma grande vergonha. Vamos acordar? Vamos fazer um futuro diferente e melhor? Nossos filhos e nossos netos merecem exatamente isso de cada um de nós. Deus seja louvado e abençoe nosso povo. João Prim Líder Comunitário 21/05/2015. Palhoça – SC.

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